É engraçado como os conceitos de certas coisas mudam ao longo do tempo. Alguns lentamente, outros com uma velocidade assustadora. Mas essa mudança de significado é percebida, mais cedo ou mais tarde. Algumas vezes, de uma forma bem surpreedente...
-- Foi azar o Will tirar essa nota em Economia. (Um amigo meu)
-- É, mas já foi, não adianta se lamentar por isso. (Eu)
-- Queria o quê? Tu pedes para anotar as questões e depois vai embora, levando as minhas questões. Não tinha como fazer o trabalho! (O "injustiçado" amigo meu)
-- Tuas questões? Apenas pedi um papel para anotar as questões porque não tinha papel comigo, não sabia que tu também não tinhas. Para mim, as questões eram minhas e nada mais. Foi o que falei. Depois fiz o meu trabalho.
-- É, mas tu tinha que ter me dado as questões pra fazer o meu trabalho. Como ia fazer o trabalho sem as questões?
-- Tu não me falaste nada no dia.
-- E tinha que falar? Eu queria as questões!
-- Bem, agora que o trabalho do Will foi copiado, não adianta fazer nada (O que iniciou a conversa).
-- É... agora tu tá me devendo dois conceitos! As resenhas que te mandei e o trabalho que copiastes.
-- Apenas um, o das resenhas. O do trabalho não. Analisa a situação: tu pega as minhas questões, some com elas e fico sem fazer o meu trabalho. Nada mais justo que eu pegar o teu e tirar o meu trabalho do teu. (Queria conhecer essa lógica...)
-- Aham, chamas isso de justo. Queria saber o que injusto pra ti.
-- Injusto é tu pegar as minhas questões sumir com elas.
-- As questões não eram tuas.
-- Mas o papel era. Era uma questão de lógica, meu papel, minhas questões. Estamos empatados agora.
-- Eu pedi emprestado o papel.
-- Mas era meu.
Bem, como o mundo muda, e os significados também.
-- Foi azar o Will tirar essa nota em Economia. (Um amigo meu)
-- É, mas já foi, não adianta se lamentar por isso. (Eu)
-- Queria o quê? Tu pedes para anotar as questões e depois vai embora, levando as minhas questões. Não tinha como fazer o trabalho! (O "injustiçado" amigo meu)
-- Tuas questões? Apenas pedi um papel para anotar as questões porque não tinha papel comigo, não sabia que tu também não tinhas. Para mim, as questões eram minhas e nada mais. Foi o que falei. Depois fiz o meu trabalho.
-- É, mas tu tinha que ter me dado as questões pra fazer o meu trabalho. Como ia fazer o trabalho sem as questões?
-- Tu não me falaste nada no dia.
-- E tinha que falar? Eu queria as questões!
-- Bem, agora que o trabalho do Will foi copiado, não adianta fazer nada (O que iniciou a conversa).
-- É... agora tu tá me devendo dois conceitos! As resenhas que te mandei e o trabalho que copiastes.
-- Apenas um, o das resenhas. O do trabalho não. Analisa a situação: tu pega as minhas questões, some com elas e fico sem fazer o meu trabalho. Nada mais justo que eu pegar o teu e tirar o meu trabalho do teu. (Queria conhecer essa lógica...)
-- Aham, chamas isso de justo. Queria saber o que injusto pra ti.
-- Injusto é tu pegar as minhas questões sumir com elas.
-- As questões não eram tuas.
-- Mas o papel era. Era uma questão de lógica, meu papel, minhas questões. Estamos empatados agora.
-- Eu pedi emprestado o papel.
-- Mas era meu.
Bem, como o mundo muda, e os significados também.

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